Campus — 27 maio 2013

São Paulo – Houve um tempo em que impressoras eram máquinas que só mexiam com tinta e papel. Com o surgimento das impressoras 3D, elas estão se tornando uma importante ferramenta em diversas áreas – entre elas, a medicina. Prova disso é a última criação de

pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos: a orelha biônica.

O órgão artificial combina células e nanopartículas de hidrogel impressas em 3D com uma antena embutida nos tecidos que pode captar sinais de rádio. “O resultado foi um órgão plenamente funcional que pode ouvir frequências de rádio milhões de vezes mais altas do que a frequência de áudio captada pelo ouvido humano”, disse Michael McAlphine, chefe da pesquisa, ao site Mashable.

Além disso, “orelhas direita e esquerda podem ouvir música em estéreo”, garante o resumo do estudo publicado no site Nano Letters. O mais incrível é o fato da orelha biônica ter sido criada com uma impressora 3D que, nos Estados Unidos, pode ser comprada pelo equivalente a  2 mil reais.

A notícia é divulgada na mesma semana em que foi noticiado o implante de uma prótese de traqueia impressa em 3D num bebê com graves problemas respiratórios.

Fonte: Gizmodo

Compartilhar

Sobre o Autor

Intermais

(0) Comentários dos Leitores

Comments are closed.